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Ator de Arquivo X diz que viraria gay por garotos de Crepúsculo

O título já diz tudo, o ator David Duchovny, que pesquisava estranhos acontecimentos alieníginas em Arquivo X e virou um escritor drunk em Californication, declarou para a revista gringa Empire que viraria gay pelos atores Robert Pattinson, Taylor Lautner e Kellan Lutz da saga Crepúsculo.
“Garry Shandling é uma pessoa por quem eu me tornaria publicamente gay, de brincadeira. E também qualquer um (dos atores) da franquia  Crepúsculo. Eu não sei os seus nomes, mas todos eles. Os lobos, os vampiros, são todos fantásticos”. Foram essas suas palavras. De bobo não tem nada.

via CineClick

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Conheça alguns dos diretores do Fucking Different

Cena de Flaca

O projeto que estará na tela do CineclubeLGBT do dia 30 de abril propõe revelar o que se passa na cabeça de diretoras e diretores sobre o amor entre iguais. Criado por Kristien Petersen em Berlim, o Fucking Different passou por Nova Iorque e Tel Aviv, até aportar em São Paulo. No Brasil o projeto se fortificou, tendo 12 cineastas dispostos a retratar a vida de gays e lésbicas de uma maneira diferente do abordado pela grande mídia.

Diretor do curta “Casa”, René Guerra, incumbido de representar o universo lésbico, encontrou dificuldade de fugir dos clichês de representação:“A importância desse projeto  foi o de perceber que mesmo eu sendo gay, a representação do meu universo de forma cinematográfica não está livre de encontrar os velhos estereótipos e que é de suma importância para o cineasta, fugir deles, ou pelo menos assumir que é impossível fugir dessas representações rasas”, confessa o diretor, que acredita ter superado o desafia através da sutileza.

A atriz Silvia Lourenço teve sua estréia como diretora no projeto. Em seu curta “Under the Skin”, Silvia filmou a história do soropositivo Miguel, que se abriu por inteiro à diretora, tocando em delicadas questões como amor e sexo. A produção ficou um mês montando o material, que bruto possuía cinco horas, e resultou nos 7 minutos do documentário. “Foi muito duro de fazer, já que havia muita coisa bacana pra ser contada, o que tornou o processo de seleção do que entraria no filme bastante sofrido, mas no final deu tudo certo”, revela Sílvia.

Dificuldades foram encontradas por todos os diretores. A começar pelo curto orçamento de até 200 euros que limitava as ações. No caso de “Felizes para Sempre”, Rick Mastro entrevistou 15 casais lésbicos, escolhidos de 200 cadastrados. Mas só encontrou a Lígia e Lu, personagens de filme, no momento em que quase desistia da produção. “Foi paixão a primeira vista e assim que o filme nasceu”, comenta Mastro.

Ligia e Lu em cena de "Felizes para Sempre"

Inspirado pela memória, Herman Barck compôs seu curta “Flaca”, “Nos anos 60, indo à escola primária em Montevideo, ví uma mulher vestida à caráter, de terno e gravata e chapéu, uma crossdresser. Na minha mente infantil fiquei a imaginar ela/ele dançando um tango com outra mulher”, relembra Barck. Com roteiro criado em cinco minutos e selecionado pelo projeto, iniciou-se a correria para a produção. “Um amigo meu recomendou uma bailarina que trouxe outra juntamente com o coreógrafo, e aos poucos um a coisa foi puxando a outra e acabei arregimentado 16 pessoas ao projeto”.

Ousadia não falta nas produções do Fucking Different São Paulo. Max Julian, assina o “Ronda”, onde propõe “elaborar algo no limite entre o erótico/sensual e o pornô”, define Julian. Desafio esse que pôde ser enfrentado pelo diretor que já trabalhou em produções de vídeos gays adultos. O curta homenageia o filme “Noite Vazia” de Walter Hugo Khoury, de 1964. “Ronda” instiga e analisa a fantasia de homens por mulheres transando. “O que está nas telas é o conjunto de soluções para as situações imprevistas”, confessa o diretor, que durante a produção enfrentou diversas dificuldades com a locação e a te com o sumiço do ator inicialmente escalado.

1972 de "Triologia": amor através dos tempos

Mônica Pallazzo, não contente com apenas um curta, produziu “Triologia”. “A idéia inicial era a de um curta contanto uma história sobre eternidade e arte ao longo dos tempos, e para tanto, a história se passa em 3 épocas diferentes”, explica a diretora. Os curtas foram montados separadamente e cada um exigiu diferentes abordagens.

O público do 60º  Festival de Cinema de Berlim já pôde conferir a produção. E aí? Vai Perder? Então, no dia 30 de Abril, no Cine Odeon, não percam o Fucking Different São Paulo. Esperamos por você lá.

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NOTA OFICIAL DA ABGLT SOBRE DECLARAÇÕES DO VATICANO REFERENTES À HOMOSSEXUALIDADE

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.

Diante da declaração do Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, que afirmou nesta segunda-feira (12/04/2010) que é o “homossexualismo” (sic), e não o celibato, que deve ser relacionada à pedofilia, a ABGLT vem a público se manifestar:

A ABGLT deixa claro no seu estatuto que é contra a pedofilia, seja ela praticada por pessoas de qualquer orientação sexual ou identidade de gênero, heterossexuais ou homossexuais. A ABGLT, no seu primeiro Congresso, realizado de 20 a 24 de janeiro de 2005, em Curitiba, Paraná, Brasil, deliberou pela defesa e garantia do estado laico e contra a exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes. A ABGLT entende que a pedofilia é um transtorno, conforme a Classificação Internacional de Doenças 10 – F65.4: 302.2, e que o abuso sexual de crianças e adolescentes é crime. A ABGLT mantém uma campanha permanente contra a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes: http://www.abglt.org.br/port/luta_pedofilia.php ;

Diversos estudos sobre a pedofilia e sobre o abuso sexual de crianças e adolescentes apontam que a maioria destes crimes é perpetrada por heterossexuais, sem que isto signifique que a heterossexualidade cause a pedofilia. As questões relacionadas à pedofilia propriamente dita são muita complexas e não podem se reduzir a tão simplista diferenciação baseada na orientação sexual dos agressores. O que surge de fato como tendência nos estudos é que os crimes são praticados especialmente por pessoas que têm proximidade, exercem autoridade e possuem confiança em relação às crianças e aos adolescentes, como pais, familiares, religiosos;

A ABGLT não aceita esta provocação do Vaticano contra as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, que não passa de uma tentativa de desviar a atenção do problema maior que se prolifera dentro do seio da Igreja Católica, o qual  deve – sim – ser explicado e esclarecido para a sociedade em geral;

A ABGLT defende um Estado Laico e entende que a liberdade religiosa não garante ao Vaticano o direito de julgar com suas próprias leis os seus pares que abusam de crianças e adolescentes. A ABGLT entende que religiosos que cometam crimes de abuso sexual de crianças e adolescentes, além de ter o devido acompanhamento dos serviços de saúde, devem ser submetidos às penas previstas pela lei secular, assim como o restante da população. Assim, a ABGLT se soma às demais instituições de direitos humanos e pede que o Vaticano se explique sobre estes crimes cometidos por sacerdotes católicos, e que não culpe de forma irresponsável a comunidade LGBT;

A ABGLT, diferente dos setores fundamentalistas religiosos, defende a educação sexual para crianças e adolescentes, de tal modo que aprendam a ter autonomia sobre seu corpo, e a se proteger e denunciar abusos dentro de casa, nas igrejas e em qualquer outro lugar;

A ABGLT convoca as organizações profissionais, de direitos humanos e LGBT, nacionais e internacionais, a se pronunciarem sobre o assunto;

A ABGLT espera que o Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, tenha o mínimo de respeito para as famílias das crianças abusadas por padres e bispos da Igreja Católica, e que, ao invés de jogar a culpa de seus escândalos para a comunidade homossexual, reflita sobre o passado e o mal que historicamente a Igreja tem feito aos negros, deficientes, mulheres, judeus, ciganos, homossexuais e crianças e adolescentes em todo o mundo. Será que futuramente a Igreja vai pedir perdão também aos homossexuais por mais este erro que está cometendo agora?

Viva o Estado Laico. Pelo direito da Educação Sexual de crianças e adolescentes, pela punição (conforme as leis seculares) de religiosos que abusam sexualmente de crianças e adolescentes, por uma nova Igreja que respeite os direitos humanos de todos os cidadãos e todas as cidadãs, sem distinção de qualquer natureza.

Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

_______________________________________________________DIA 30.04 – PRÉ-ESTREIA FUCKING DIFFERENT – Saiba mais AQUI

OFFICIAL ABGLT POSITION ON VATICAN STATEMENTS ABOUT HOMOSEXUALITY

ABGLT – the Brazilian Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Association – is a national network, founded in 1995, currently having 237 member organizations throughout Brazil. Its mission is to defend and promote the citizenship of these segments of the population. ABGLT is also active on the international scenario and has consultative status with the United Nations Economic and Social Council.

In the face of the statement made by the Vatican’s Secretary of State, Cardinal Tarcisio Bertone, this Monday (12/04/2010) that it is “homosexualism” (sic), and not celibacy, that should be related to pedophilia, ABGLT publicly manifests itself as follows:

In its by-laws, ABGLT makes it clear that it is against pedophilia, regardless of the sexual orientation of gender identity of those who practice it, whether they be heterosexual or homosexual. During its 1st Congress, held on January 20th to 24th 2005, in Curitiba, Paraná, Brazil, ABGLT decided in favour of the defence of the Secular State and against the sexual exploitation and abuse of children and adolescents. It is ABGLT’s understanding that pedophilia is a disorder, as per the International Classification of Diseases 10 – F65.4: 302.2, and that the sexual abuse of children and adolescents is a crime. ABGLT has a permanent campaign on its website against pedophilia and the sexual abuse of children and adolescents: http://www.abglt.org.br/port/luta_pedofilia.php;

Many studies on pedophilia and the sexual abuse of children and adolescents indicate that the majority of these crimes is perpetrated by heterosexual people, without this implying that heterosexuality causes pedophilia. The issues relating to pedophilia itself are very complex and cannot be reduced to a simplistic differentiation based on the sexual orientation of the aggressors. What does arise as a tendency in the studies is that the crimes are committed by people who are close to, hold authority over and count on the trust of the underaged, such as parents, relatives, priests;

ABGLT does not accept this provocation by the Vatican against Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender (LGBT) people, which is nothing more than an attempt to draw attention away from the more important problem that proliferates within the bosom of the Catholic Church, and which undoubtedly should be explained and clarified to society in general;

ABGLT defends the Secular State and understands that religious freedom does not give the Vatican the right to judge with its own laws its peers who abuse children and adolescents. ABGLT maintains that ordained people who commit the crime of sexual abuse of children and adolescents, in addition to receiving due healthcare, must be subject to the penalties provided for by secular laws, in the same way as the rest of the population. As such, ABGLT joins other human rights organizations and demands that the Vatican provide an explanation regarding the crimes committed by catholic priests, and that it does not blame the LGBT community in this irresponsible manner;

ABGLT, differently to fundamental religious sectors, defends sexual education for children and adolescents, in order for them to learn to have autonomy over their bodies, and learn to protect themselves from and report abuse at home, in churches, and wherever else it may occur;

ABGLT calls on professional, human rights and LGBT organizations, both national and international, to make pronouncements on this matter;

ABGLT hopes that the Vatican’s Secretary of State, Cardinal Tarcisio Bertone, will be capable of showing the minimum of respect to the families of the children abused by priests and bishops of the Catholic Church, and that, instead of placing the blame of its scandals on the homosexual community, it reflects on the past and on the harm that the Church has historically caused to Black people, the disabled, women, Jews, gypsies, homosexuals and children and adolescents throughout the world. Will the Church, in the future, also ask forgiveness of the homosexual community for yet another injustice it is committing now?

Long live the Secular State. For the right for children and adolescents to have Sexual Education, for the punishment (under secular laws) of ordained people who sexually abuse children and adolescents, for a new Church that respects the human rights of all citizens, indiscriminately.

ABGLT – Brazilian Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Association

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Tendência Outono-Inverno

Sair do armário está virando uma tendência. Depois do cantor latino Rick Martin, a cantora gospel Jennifer Knapp, de 36 anos, acaba de se assumir. Jennifer que deverá lançar um novo álbum, está temerosa com a recepção de seu antigo público. A cantora chegou a ser indicada ao Grammy por melhor álbum de rock gospel em 2001. Mas avisa que não abandonou a fé.

Já no México, a atriz María Reneé Prudencio, se declarou lésbica em um livro recém-lançado da também atriz, escritora e diretora teatral Ana Francis Mor, intitulado “Manual de la buena lesbiana”. Coincidentemente a atriz interpretou em 1996, uma lésbica na novela colombiana “Nada Personal”.
Tendência ou não, isso amplia o debate na mídia da questão LGBT e fortalece o movimento em prol da igualdade de direitos.

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cineclube lgbt Dj filme gay

CineclubeLGBT 30/04 – Fucking Different

No CineclubeLGBT, o mês de abril se encerra com a exibição do resultado de um super projeto do Mix Brasil em parceria com Kristian Peterson: o Fucking Differente São Paulo. Serão 12 episódios de 2 a 8 minutos cada, produzidos por 11 cineastas brasileiros, que desenvolveram seus projetos em uma oficina realizada na 16º Festival Mix Brasil. O Projeto passou por outras três cidades do mundo: Berlim, Nova Iorque e Tel-Aviv. E o projeto realizado em São Paulo você confere no CineclubeLGBT do dia 30 de abril. Logo após a exibição dos curtas o Dj GreatGuy anima a pista do Odeon com muito pop.

Entre os episódios, alguns cineastas que já foram exibidos no CineclubeLGBT retornam com novas produções. René Guerra, que já teve sua produção “Sapatos de Aristeu” exibido por aqui, traz a peça em videoarte Casa, sobre as memórias de um casal de garotas.

Já Rick Mastro, que teve seu “A Mais Forte” exibido no mês passado, retorna com o curta Felizes Para Sempre contando a história de duas lésbicas casadas há anos.

O projeto Fucking Different trabalha com a visão de cineastas gays sobre a temática lésbica e cineastas lésbicas trabalhando com o mundo gay. Por isso, Mônica Palazzo (diretora de “Páginas de Menina”) e Joana Galvão produziram o curta Triologia, onde histórias de amor entre homens em tempos diferentes se ligam por uma obra de arte. Joana Galvão também nos apresenta uma animação intitulada Um olhar.

Outros sete curtas passeiam pela temática LGBT, e unidos, apresentam a diversidade que pode caber em um tema. Sendo esse o propósito do projeto Fucking Different. O Projeto foi selecionado para a mostra Panorama do 60º Festival Internacional de Berlim.

Através do Twitter, @CineclubeLGBT, além de fazermos sorteios de ingressos, também convidamos os nossos seguidores a darem dicas de músicas, que eles mais gostam, para tocar na festa e de filmes que eles gostariam de ver nas telonas.

Veja aqui os curtas do Fucking Different São Paulo

Local: Cinema Odeon Petrobras
Endereço: Praça Floriano, 07 – Cinelândia Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2240-1093
Data: 30/04
Horário: 21h
Preço:
R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 28/04, às 15h

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Saiba um pouco mais sobre os filmes do Cineclube desse mês

O CineclubeLGBT em março traz uma seleção de curtas da Mostra do Filme Livre. De animação a documentários, a sessão propõe novos olhares sobre a questão LGBT.

Cena do filme A Mais Forte
Cena do filme "A Mais Forte"

Ricky Mastro, diretor do filme “A Mais Forte”, escreveu o roteiro como conclusão do curso de cinema da FAAP. O filme foi finalizado ano passado e conta a história de uma mãe que passa pelo processo de aceitação de seu filhe gay. “Gosto de falar sobre o amor em suas diversas formas”, explica o diretor, “e a idéia do filme começou com a história dos dois meninos, Rafael e Alberto, que se amavam. Como eu acredito que o amor materno é o mais puro de todos eles, o filme conta a história da mãe de Alberto que acaba perdendo seu filho em um acidente”.

A animação “A Descoberta de Luke” marca a diversidade das produções dessa sessão. O diretor Alan Nóbrega produziu o curta em oito meses. “Minha produção trata o gay como um ser humano que está descobrindo a própria vida com todo respeito e dignidade que merece, e infelizmente esta descoberta tem que ser feita sozinha e escondida”, revela. Nóbrega ganhou O Show do Gongo com seu filme anterior “O Meu Primeiro Grande Amor”, o que o incentivou na produção de “A Descoberta…”.

Contemplada pelo projeto “Revelando os Brasis”, a diretora Maria de Lourdes Lezo se baseou em um personagem real de sua cidade para a criação de seu curta: “O Bil (personagem real) é fantástico, ele realmente é benzedor e se fantasia de baiana no carnaval e interpretou a si mesmo no filme”, diz a diretora. Produzido na pequena Taiaçu (SP), cidade de 6 mil habitantes, o filme mostra a diversidade de um país que agora descobre a capacidade criativa do seu interior.

Phedra: protagonista do documentário

O CineclubeLGBT ainda apresenta dois documen- tários: “Phedra”, de Cláudia Priscila, e “Maria de Kalú”, de Carlos Mosca e Ronaldo Nerys. O primeiro é resultado da pesquisa da diretora sobre transsexuais. “Sempre fui encantada com o trabalho e a vida de Phedra e quando estava fazendo a pesquisa achei que seria a personagem ideal para meu curta”, revela a diretora. Já o segundo é um trabalho independente em que foi utilizado recursos dos próprios diretores. Inicialmente tinham a pretensão de contar a história do primeiro bar gay de Campina Grande. “Porém, Maria de Kalú, a proprietária desse bar, se mostrou uma ótima narradora logo na primeira entrevista, ainda na fase de pesquisa, resolvemos então mudar o foco do documentário”, explica um dos diretores Carlos Mosca.

Diversidade de formatos e temas é a marca dessa edição. A liberdade criadora do audiovisual de encontro à causa LGBT. É com grande satisfação que o Cineclube reúne essa seleção de filmes, esperamos todos na sexta (26), as 21 horas, no Cinema Odeon. Não Percam!

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Edição Mostra do Filme Livre – 26/03

A próxima edição do CineclubeLGBT novamente fará uma parceria com a Mostra do Filme Livre e traz cinco curtas com temas bem livres, de acordo com o espírito da Mostra. Depois da sessão, o DJ GreatGuy continua comandando a pista de dança, com muita paquera e azaração.

Programação de Curtas

A Mais Forte
SP, 2009, 16 min

Pelas chaves de um apartamento, duas mães questionam a própria maternidade.

Direção: Ricky Mastro.

Elenco: Nyrce Levin, Imara Reis, Rodrigo Dorado e Joaquim de Castro.

Maria de Kalú
PB, 2009, 14min

O documentário mostra, através da personagem Maria de Kalú, a felicidade e o amor vencendo convenções sociais, a relação entre mãe e filho homossexuais tendo como pano de fundo o primeiro bar gay de Campina Grande/PB.

Direção: Carlos Mosca e Ronaldo Nerys.

A Descoberta de Luke
RJ, 2007, 2 min

Luke é um rapaz de 18 anos que aventura-se na descoberta de sua própria sexualidade!

Direção: Alan Nóbrega

O Dono do Carnaval
SP, 2008, 15min

Em uma pequena cidade do interior um homem disputa com as mulheres,o direito de se fantasiar de baiana no carnaval. Uma série de mal entendidos leva os moradores a acreditar na morte do personagem,que mesmo dado como morto,não deixa de fazer sua aparição triunfante no desfile.

Direção: Maria de Lourdes Scabine Lezo.

Elenco: Waldomiro Filage e Ricardo Alexandre Corcovia.

Phedra
SP, 2008, 13 min

Documentário sobre uma atriz transsexual cubana que vive em São Paulo.

Direção: Claudia Priscilla.

A MFL, Mostra do Filme Livre, é o principal evento nacional focado na exibição dos filmes independentes. Em 2010, em sua nona edição, vai exibir no CCBB até 8 de abril 219 filmes entre curtas e longas de todos os formatos, gêneros, durações e de qualquer época.

Através do Twitter, @CineclubeLGBT, além de fazermos sorteios de ingressos, também convidamos os nossos seguidores a darem dicas de músicas, que eles mais gostam, para tocar na festa e de filmes que eles gostariam de ver nas telonas.

Local: Cinema Odeon Petrobras
Endereço: Praça Floriano, 07 – Cinelândia Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2240-1093
Data: 26/03
Horário: 21h
Preço:
R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 24/03, às 15h

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Avatar Cruise

Como seria Tom Cruise em Avatar? E aí, ele continuaria gato? O que vocês acham? Iriam para Pandora com ele?

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Relações Artísticas – 26/02

A próxima edição do CineclubeLGBT terá como tema Relações Artísticas e traz quatro curtas que discutem arte e como ela influencia em algumas relações. Um deles, Operação: Camuflagem, toca de forma bem humorada em tema bem atual, que é a questão homossexual no exército. Depois da sessão, o DJ GreatGuy continua comandando a pista de dança, com muita paquera e azaração.

Programa de curtas Relações Artísticas

Operação: Camuflagem
Rio de Janeiro – RJ, 2006, digital, cor, 8 min.
Direção: Leonardo Ayres
Sinopse: O artista Leonardo Ayres envia uma fotografia para um salão de arte numa importante instituição militar brasileira. Ele é premiado com destaque, mas os organizadores do salão nem perceberam do que realmente se tratava seu trabalho.

O Papel das Dobras
São Paulo – SP, 2007, digital, cor, 19 min.
Direção: Bruno Jorge
Elenco: Bárbara Paz, Maurício Marques, Paulo Marcos, Virgínia Buckowiski
Sinopse: Levando uma relação desgastada com seu companheiro ator, um homem tenta manter vivo seu antigo sonho de ser diretor de teatro pagando prostitutas para encenarem enquanto conserva um prazer peculiar por dobraduras.

Sobre Meus Ombros
São Paulo – SP, 2007, digital, cor, 13 min.
Direção: Claudio Maneja Jr.
Elenco: Rafael Botta, Beto Souza
Sinopse: André, um jovem bailarino que vive o dilema de se dedicar à dança ou cuidar do pai. A estranha relação entre pai e filho, iniciada anos antes em um acidente, revela os medos, as dificuldades de comunicação e de assumir sentimentos. Divididos por uma porta, ambos vivem trancados em seus mundos. Uma prisão que muitas vezes vai além de grades e muros. É Carlos quem mostra para André o quanto essa situação incomum o prejudica, impedindo-o de viver sua carreira e sua relação amorosa.

O Móbile: Admiração
Juiz de Fora – MG, Digital, Cor, 2009, 25 min
Direção: Lilian Werneck Elenco: Nadja Dulci, Stefane Ribeiro, Daniela Durante e Giovane Machado.
Sinopse: Uma história de amor entre duas mulheres. Bárbara Oliveira é uma artista plástica que tem como inspiração maior as interpretações de Nina Maya, uma atriz, que procura nas obras de Bárbara a essência de suas personagens. Quando finalmente se conhecem, Bárbara e Nina apaixonam-se loucamente e vivem um amor intenso e forte. Uma admiração que se transforma em um difícil dilema: o amor ou a arte?

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Acesse o Twitter, @CineclubeLGBT, e concorra a sorteios de ingressos, e também indique músicas, para tocar na festa e filmes que você gostaria de ver nas telonas.

Local: Cinema Odeon Petrobras
Endereço: Praça Floriano, 07 – Cinelândia – Rio de Janeiro
Data: 26/02 – Horário: 21h – Tel: (21) 2240-1093
Preço: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 24/02, às 15h

E-mail: cineclubelgbt@gmail.com

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Especial Maratona – dia 29.01 no Odeon

Ficha Técnica dos Filmes:

Pré-Estreia

Meu Amigo Cláudia

São Paulo – SP, 2009, digital, cor, 86 min.

Direção: Dácio Pinheiro

Elenco: Caio Fernando Abreu, Ezio Fernandes, Grace Gianoukas, Leão Lobo, Edward MacRay, Sérgio Mamberti, José Celso Martinez Corrêa, Reka, Kid Vinil, Cláudia Wonder

O documentário sobre a travesti Cláudia Wonder mostra desde sua origem, quando passou quinze dias na cadeia a mando do homem que considerava como pai, seu tio-avô militar, até o momento em que cantou o hino nacional na prefeitura de São Paulo, ao lado de outras travestis, durante a cerimônia de inauguração do primeiro Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual do Brasil, criado em 2005.

Apresenta-se tanto o lado engajado de Cláudia, como seu apoio às manifestações pelas Diretas Já e seu envolvimento com a criação do Centro de Referência da Diversidade, também em parceria com a prefeitura de São Paulo, quanto seu lado mais profano, como a performance Vômito do Mito, que apresentava no clube Madame Satã na década de 1980. O longa também explora o lado pop da performer, mostrando suas apresentações à frente de uma banda, com músicas próprias, quebrando o paradigma das travestis que apenas dublam canções.

Programa de curtas Relações Perigosas

Formigas

Fortaleza – CE, 2002, 35mm, p&b, 18 min.

Direção: Verônica Guedes

Elenco: Daniela Casteline, Michelle Mozena, Jane Azeredo, Rejane Reinaldo e Welington Landim.

Duas universitárias que ganham da dona da pensão onde moram uma caixa contendo os ossos de um anão. Nas noites seguintes milhares de formigas passam a montar o esqueleto do anão. Enquanto isso, um sentimento novo nasce entre elas.

Suspeito

São Paulo – SP, 2009, 35mm, cor, 15 min.

Direção: Eduardo Mattos

Elenco: José Geraldo Rodrigues, Fred Mesquita, Gilda Nomacce, Fábio Lucindo, Lilian Blanc

Pedro muda-se do interior para morar em São Paulo com a tia e os primos. Ele está sempre na biblioteca da casa, onde conhece Diego, um amigo de seu primo, com quem compartilha o interesse por livros.  Pedro acha que Diego está interessado em sua prima Adriana. Entretanto, Diego lhe revela algo de que não suspeitava.

Garoto de Aluguel

Rio de Janeiro – RJ, 2009, digital, cor, 19 min.
Direção: Tarcisio Lara Puiati
Elenco: Augusto Garcia, Thiago Mendonça, Gabriela Aviaras, Raphael Vianna, Renato Farias.

Certo dia, um homem recebe uma proposta inusitada: ter todas as suas ações filmadas para um reality show transmitido pela internet. O único problema: as câmeras filmam o que acontece dentro do corpo e não fora. Nesse meio tempo, o rapaz se envolve com uma drag queen.

Professor Godoy

São Paulo – SP, 2009, digital, cor, 14 min.

Direção: Gui Ashcar

Elenco: Kauê Telloli, Roney Fachini.

Godoy é um severo professor de matemática que se vê numa situação difícil quando percebe que Felipe, um de seus alunos, começa um instigante jogo de sedução. Perturbado pelas provocações, ele tem de decidir se cede aos desejos ou mantém a ética da profissão.

Para que não me ames

São Paulo – SP, 2008, digital, p&b, 18 min.

Direção: Andradina Azevedo E Dida Andrade

Elenco: Bruno Giordano e Aline Magna.

Marisco, um homem que nunca disse eu te amo, conhece na prisão Vivita, uma travesti que insiste em sonhar.

mais

Filme Surpresa (longa)!